terça-feira, 18 de agosto de 2015

CASA DO ACOLHIMENTO



Em dias de nuvens densas e escuras, onde o nosso coração batia em descompasso, em inconstantes movimentos de uma fé inabalável e dúvidas humanas, o ABA cuidou de formar um caminho para Si mesmo dentro de mim.
Como disse uma grande amiga: Na expressão Paterna de Deus, o Seu caráter é de acolher, e de fato o foi.
A casa tinha cheiro de afetos, de compaixão e de inclusão. Um lugar possuído pelo HOMEM DE DORES.
Não foi pela atenção, pelas comidas ou pelas "gentes maravilhosas" que passaram por lá, mas pela PRESENÇA PATERNA SUAVE E VIOLENTA (o paradoxo mais envolvente de toda a eternidade) que me visitou e me fez avançar.
Não pela efusão de alegria, mas pelo convite de aprofundar-me no ABA;
Não pela sensação de "EU SOU SEU PAI e ESTAREI LÁ", mas pelo caminho que começo a trilhar.
Qualquer verbalizar seria frágil para o que se forma e dentre todos os lugares onde o ABA poderia ter me levado para presentear-me, Ele escolheu VOCÊS: Valter e Marta, a casa onde o PAI ACOLHE.
Jamais esquecerei isso.



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