sábado, 18 de julho de 2015

MEU PAI...




A dor que corta minh'alma é lida pelo AUTOR, aguda, profunda e contínua...
Seu sorriso secreto, seu olhar distante, lágrimas escassas que às vezes consigo perceber.
Sinto sua ausência PAI, sinto com a força que há em mim.
Quero te falar sobre a vida hoje, os cortes que sofri, o choro que derramo, os caminhos com flores e pedras, música e silêncio...
E ouvir seu coração pontuando-me e dizendo a verdade com a doçura que constrói.
Temo não poder fazê-lo mais nessa terra da nossa peregrinação.
Sigo com um aperto bem dentro,
Meio menina, sua menina...
Meio gente grande que você assistiu crescer.
Olho para ELE, o nosso primeiro AMOR e peço que na TRAVESSIA venha tomar-te, meu pai, pela mão.
E estou certa, ELE VIRÁ...





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